sexta-feira, 4 de julho de 2014

COMO FISGAR CORRUPTOS COLOCANDO SAL NA AREIA DA PRAIA.

APRENDA COMO FISGAR ISCA DE PEIXE COLOCANDO SAL NA AREIA DA PRAIA.
VÍDEO MOSTRA COMO FACILMENTE UM HOMEM CONSEGUE FISGAR O CORRUPTO QUE É UM CRUSTÁCEO E EXCELENTE ISCA PARA PEIXES MARINHOS, VÊM SENDO HÁ MAIS DE VINTE ANOS CAPTURADOS E UTILIZADOS POR PESCADORES AMADORES AO LONGO DAS PRAIAS OCEÂNICAS DO LITORAL BRASILEIRO, DESDE A COSTA NORDESTE ATÉ A COSTA SUL. A ESTRUTURA DO CORRUPTO É EXTREMAMENTE DELICADA, DEVENDO SER AMARRADO AO ANZOL SEM APERTAR DEMAIS.

DEZ RAZÕES PARA PESCAR NA ILHA DO SAL EM CABO VERDE!

DEZ RAZÕES PARA VOAR JÁ PARA A ILHA DO SAL EM CABO VERDE.
DEZ RAZÕES PARA DESCOBRIR UMA DAS ILHAS MAIS TURÍSTICAS DE CABO VERDE, DEIXANDO-SE SEDUZIR PELA NATUREZA DESÉRTICA, O MAR AZUL-TURQUESA, A SIMPATIA DO POVO E O RITMO DA MÚSICA CONTAGIANTE


Assim que aterramos no Sal, às onze da noite, depois de apenas quatro horas de voo, e saímos a pé do avião até ao edifício do aeroporto, sentimos um vento quente. Imediatamente esquecemos o registo europeu e acertamos o ponteiro com o ritmo africano. Sem nunca perdermos a sensação de estar em casa. Aqui fala-se português (e crioulo, claro), a sinalização na estrada aquela que segue sempre a direito, sem trânsito, e onde a certa altura se avista mar de um lado e do outro é igual à nossa, e o Benfica, o clube de eleição. Dantes, os turistas vinham para aqui, punham a pulseirinha do hotel no pulso, e só tinham de decidir se passavam o dia à beira da piscina ou iam até ao areal fino, dar um mergulho no mar azul-turquesa, de temperatura simpática. Quase sempre com vento à mistura.
Ainda há quem não saia dos hotéis. Mas, se realmente quiser experimentar a ilha e conhecer como vivem os cabo-verdianos, o melhor é seguir as nossas instruções:

1 - Boiar nas salinas

Não importa como lá se chega de pick up, mota, autocarro, carro alugado ou outro veículo, mas é imprescindível passar algum tempo nas salinas de Pedra de Lume, que deram nome à ilha. Antes de se passar no buraco que dá acesso à cratera do antigo vulcão (por €5), a vista lá de cima torna a experiência mais rica. Mas não é a paisagem que transforma esta visita num dia especial. Tomar aqui banho, isso sim, faz toda a diferença. Nos primeiros momentos tudo parece igual, mas de repente o corpo perde o peso e, como no Mar Morto, começa a flutuar, tornando-se impossível nadar. Enquanto se aguentar, o divertimento é encontrar uma posição cómoda, sem dar encontrões às outras pessoas. Mas depressa o sal nos olhos e na boca começa a incomodar, obrigando ao fim da brincadeira. Por €1, ganha-se um duche de água doce antes de se sair. Caso contrário, segue-se salgado o resto da viagem. Mas que isso não impeça de se reparar, ao longo do caminho, nas rudimentares estruturas de madeira, que serviram, no passado, para o transporte do sal.

2 - Uma piscina natural

Um caminho pelo deserto assim se atinge a Buracona, uma piscina formada no meio das rochas escuras e onde sabe bem tomar banho, mesmo em dias de muito vento. Qualquer que seja o meio de transporte, os saltos causados pelos buracos da estrada de terra batida são inevitáveis nesta longa viagem, onde até temos direito a miragens. Para-se na Suvenir Mirage (assim mesmo), uma cabana repleta de artesanato cabo-verdiano, gerida por Emanuel. Do nada, aparecem os franzinos Elvis e Delvis, de 13 e 8 anos. Dizem que andam na escola, mas custa a acreditar quando se olha para os pés dos irmãos, cinzentos do pó. "Pedimos para comprar sapatos", diz o mais velho, acabando por confessar que consegue 700 escudos (para fazer o câmbio, basta tirar dois zeros) por dia com este tipo de argumento. Quando se chega à Buracona perto do meio-dia, é possível ver o "olho azul" nada mais do que o sol a incidir na escuridão de uma gruta dando-lhe essa tonalidade. Nota: Levar bom calçado para andar pelas rochas vulcânicas.

3 - É proibido proibir

Paramos o carro junto a uma bomba de gasolina, onde está um letreiro que proíbe a "lavagem de viaturas". Mesmo ao lado, um homem põe o seu Renault num brinquinho, com grande descaramento. Aqui, é proibido proibir. A lei também não permite que se conduza sem cinto ou se fale ao telemóvel, mas toda a gente o faz. Estamos em Espargos, a capital da ilha, onde existe um hospital, um centro cultural, uma biblioteca, a Câmara, um quartel e bancos. Mas onde os miúdos brincam no meio da rua, indiferentes aos carros, alguns deles descalços e onde as mulheres transportam alguidares à cabeça, provavelmente cheios de bananas que vendem na rua a 120 escudos o quilo. Em Espargos encontra-se de quase tudo, mas a um preço exorbitante para uma população que ganha cem euros de salário mínimo. A explicação: a ilha não tem produção própria e todos os víveres têm de ser importados (o barco vem carregado de duas em duas semanas). Em Espargos, impõe-se uma ida ao mercado, para descobrir alguns dos legumes e frutos locais, como a calabaceira e o tambarino. Antes de deixar a cidade, e depois de uma subida à zona das antenas do aeroporto para se absorver a vista, a esplanada Bom Dia é um bom local para experimentar a Strela, a cerveja nacional.

4 - À sombra da Palmeira

É na vila de Palmeira que se encontra o principal porto da ilha. Por isso não nos espantamos quando vemos vários pescadores de volta de um enorme tubarão-martelo, que trouxe lulas no bucho. Foi pescado, garantem-nos, à linha, sem cana. Arelson Renato, de 22 anos, fala da proeza na maior das calmas, enquanto chupa um gelado "artesanal" de laranja, embrulhado em plástico, que saiu de uma lancheira por 10 escudos. Ao mesmo tempo, salga-se blue fish, como nós salgamos o bacalhau, logo ali, à saída da água. O anúncio de uma reunião dos alcoólicos anónimos na Casa dos Pescadores faz adivinhar uma vida que não passa de grogue nos intervalos da pesca. Talvez por isso, as mulheres mostrem o seu olhar melancólico, às ombreiras das janelas, enquanto as crianças brincam em seu redor.

5 - O peixe é quem mais ordena

O Sal não tem agricultura nem indústria. Vive exclusivamente do turismo. E do peixe, que alimenta e encanta os turistas. Vale a pena perder uma manhã no pontão de Santa Maria, onde os barcos chegam carregadinhos. O passadiço de madeira enchese de gente que retira as entranhas à mão ou com rudimentares facas de cozinha. Neste dia, o Sera, um enorme peixe do tipo do atum, foi o mais apanhado um quilo rende cerca de 400 escudos. Eduino, 45 anos, um dos muitos que vivem desta atividade, consegue fazer três contos por dia (€30), na época alta. Assim que estão amanhados, os peixes pousam em carrinhos de mão ferrugentos e são entregues, a pé, nos hotéis das redondezas, num processo que não demora mais do que vinte minutos. No pontão, também há cavalas e peixe miúdo, que se vende mal é capturado. Assim como conchas, búzios, estrelas-do-mar, mandíbulas de tubarão ou pele do peixe-balão para souvenirs. Com sorte, ainda há mangas pequeninas, a 450 escudos o quilo.

6 - Está ali uma barbatana

Perto da zona das salinas, na zona Norte da ilha, encontra-se um bidão com a palavra "tubarão" pintada em várias línguas. Siga-se por aqui para avistar este animal marinho. Desviando para a direção indicada por aqueles escritos, aparecem dois miúdos a mandar parar o carro. Walter, 14 anos, e Euclides, 13, vivem no Freijoal, um pequeno casario onde coabitam com mais 20 pessoas. Saltam para a caixa aberta da pick up e indicam a praia onde os tubarões gostam de se mostrar. Pelo meio, passase por umas dunas cheias de lixo trazido pelos barcos, onde a palavra ecologia não tem significado algum. Assim que o carro para, na baía da Parda, Walter entra mar adentro, por cima de pedrinhas pretas escorregadias. Euclides fica em bicos dos pés, na pick up, a dar indicações, porque não trouxe sapatos. A tarde já vai longa. Às três e meia, na maré cheia, foi um festival de avistamentos. Agora, com o céu carregado e o mar cinzento, é a custo que discorremos uma barbatana de um tubarão-gato misturada na espuma das ondas, a poucos metros do local onde paramos. Os miúdos asseguram que, nos dias bons, eles vêm quase até à rebentação. Vale a pena tentar.

7 - Cuidado com as tartarugas

A catalã Berta Renom, 28 anos, chegou ao Sal, em 2011, como voluntária da associação SOS Tartarugas . Hoje coordena a ONG criada para evitar que os habitantes da ilha matem estes animais marinhos para consumo à mesa. "Antes só se viam carapaças de tartaruga espalhadas pela praia, agora preservamos-lhes o habitat e os ninhos", explica, com o seu sotaque de Barcelona. A partir de julho, a sua organização promove visitas às praias para observar a desova das tartarugas, mas sob um código de conduta rigoroso: os grupos não podem ter mais de dez pessoas, são acompanhados por um guia treinado e é proibido usar flash nas fotografias. Os turistas são avisados ainda que devem levar roupa escura e aprendem a caminhar junto à linha da costa, na maré alta, para não atrapalhar o processo. Quando aparece um rasto, devem parar e agacharem-se, sempre da parte de trás para que as tartarugas não se assustem. A experiência custa 20 euros, que revertem para a proteção destes habitats.

8 - Barco com vista

Emídio Simões, 55 anos, é o português mais cabo-verdiano do Sal. Vive sozinho nesta ilha desde 2007, tempo suficiente para conhecer toda a gente, especialmente a partir do momento em que, como quase todos, se dedicou ao turismo, criando o clube Odisseia. Em 2010 comprou o barco Neptunus e passou a organizar passeios no mar. Esta espécie de submarino amarelo tem o fundo em vidro e, por isso, por 33 euros, os turistas podem ver um pouco da vida que se esconde no fundo desta água tão transparente. Em frente ao hotel RIU faz-se a primeira paragem, pois é aqui que estão os destroços de um navio afundado há quase um século. Entretanto, um mergulhador dá comida aos peixes para que o espetáculo fique mesmo bem na fotografia. A bordo serve-se ponche, uma das bebidas típicas da ilha, feita à base de cana-de-açúcar (a outra é o grogue, a mesma base, mas bem mais forte). João Silva, 30 anos, tem a pulseirinha dourada do Oasis Salinas Sea, mas nem por isso quis perder este passeio que ainda termina a tempo de ir, com a mulher, almoçar no hotel. Pedindo com jeitinho, dá para mergulhar na segunda paragem, junto a um Cristo aqui depositado como forma de proteger os pescadores.

9 - Um luxo de mar

O mar do Sal dá-se ao luxo de permitir quase todos os desportos: do surf ao skimming, passando pelo bodyboard. Mas, o que hoje agarra mais adeptos é o kitesurf. Não admira o vento raramente dá tréguas. O stand up paddel também começa a estar na moda, mas só quando os dias estão mesmo bons. O norte-americano Rod Smith, 47 anos, nem esteve com meias medidas. Na sua Surf Zone , em frente ao lendário hotel Morabeza , escreveu: "No beach beds, no beers, no food, just surf." Aqui, já se sabe, só vem quem quer ter aulas de kite (duas horas €70) ou windsurf (uma hora €40), ou alugar material para praticar desportos aquáticos (uma hora €15). Este é um dos principais locais que assistem quem não leva as suas pranchas para o Sal, mas Santa Maria tem várias escolas deste tipo e o mar está quase sempre cheio de gente a praticar.

10 - À noite tudo pode acontecer

Ir ao Sal e não sair dos portões do hotel, nem que seja por uma noite, é quase crime. Cabo Verde escreve-se ao som de música, há um cantor em cada esquina, dança-se de forma primorosa, com um jogo de cintura que nem vale a pena tentar imitar. Com a pulseirinha, pode ter-se um cheiro das Mornas e do Funaná, mas só quem anda pelas animadas ruas de Santa Maria vê, realmente, como os cabo-verdianos se divertem. Não há como perder-se ou não encontrar os sítios mais animados, porque são poucos e estão colados uns aos outros. Comece a noite no sofisticado Ocean Café, explorado por italianos. Não é por acaso que, do nada, passa uma travessa de piza, cortada aos pedaços, como uma oferta aos clientes. Mude depois para o Buddys, com dedo espanhol, que se nota apenas nas tapas. A (boa) música ao vivo continua por aqui. E termine a noite na discoteca. Fica o mesmo aviso que ouvimos antes de entrar: "No Calemba é de A a Z, tudo pode acontecer. " Se ainda conseguir, de madrugada, espreite o Pirata, mesmo à entrada da vila.

GUIA DO VIAJANTE COMO IR

A TAP (www.flytap.com ) voa todos os dias, menos à terça-feira, para o Sal. É necessário visto, que custa 25 euros (ou 2 500 escudos cabo-verdianos). Pode tratar-se em Portugal ou no aeroporto, à chegada. Não é preciso trocar moeda, porque em todo o lado aceitam euros.

ONDE FICAR

Há uma enorme oferta de hotéis no Sal, de todas as categorias e para todo o tipo de turistas. Recomendamos o mais recente cinco estrelas, de um grupo português, o oásis atlântico Salinas Sea Resort . Até outubro, as crianças não pagam estada, desde que fiquem no quarto dos pais. Os preços andam acima dos 131 euros por noite, em quarto duplo, no regime tudo Incluído (há outras opções) uma boa promoção que serve de desculpa para desfrutar do conforto deste hotel, de excelente localização, com dois restaurantes, três bares junto à piscina, um ginásio ao ar livre e outro indoor, spa (as massagens na tenda do jardim ao final do dia são muito relaxantes) e um recém-inaugurado bar de praia, mesmo ao cruzar da rua de terra batida.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

TAINHA COM QUASE OITO QUILOS É CAPTURADA!

TAINHA COM QUASE OITO QUILOS É CAPTURADA NO BALNEÁRIO RINCÃO.
ÚLTIMO REGISTRO SEMELHANTE OCORREU HÁ OITO ANOS, QUANDO UMA TAINHA FOI CAPTURADA COM 7,2 KG


Samuel Patrício Rosa, morador do bairro Pedreiras, do Balneário Rincão, pescou na manhã dessa quarta-feira uma tainha com quase oito quilos. O peixe foi capturado com a água pela canela em uma rede de currico no momento em que Samuel e alguns colegas pescavam na Barra do Torneiro. A captura surpreendeu quem estava no local pelo tamanho do peixe, que foi pesado nesta manhã. Na balança foi confirmado o peso da tainha: 7,9 kg. Segundo pescadores do balneário, o último registro semelhante ocorreu há oito anos, quando uma tainha foi capturada com 7,2 kg.

Conforme o presidente da Colônia de Pescadores Z-33, do Balneário Rincão, João Picolo, capturar uma tainha com quase oito quilos é raro. “Isso acontece com um entre milhares. Em média, o peixe pesa entre 2,5 kg e 3 kg”, lembra. Conforme o pescador por esporte, que estava na Barra do Torneiro no momento da captura, Tafarel Formentin, a tainha foi vendida nesta quinta-feira para um morador do Balneário Rincão. O preço pago pelo peixe foi de R$ 100. “O preço é equivalente ao peso, tendo em visita que o quilo da tainha está orçado pelo valor médio de R$ 14”, comenta.


Ainda conforme Picolo, este ano a safra da tainha foi aquém do esperado. “Ainda não fechamos quantas toneladas os pescadores capturaram nesta temporada, mas foi uma média de 30 toneladas. Comparando com o ano passado, quando foram pescados 120 toneladas este ano a safra não foi considerada boa. Não deu para custear as despesas dos pescadores, como o combustível utilizado nas embarcações”, comenta Picolo.

Agora, a temporada é das anchovas, que já começam a surgir no litoral catarinense. De acordo com o presidente da Colônia de Pescadores do Balneário Rincão, as anchovas pesam aproximadamente 2 Kg.

TUBARÃO-BALEIA "GULOSO" ROUBA PEIXES DE REDE DE BARCO.

TUBARÃO-BALEIA "GULOSO" ROUBA PEIXES DE REDE DE BARCO NA INDONÉSIA.
ANIMAL APROVEITOU REDE COLOCADA NA ÁGUA E FEZ "BANQUETE PREGUIÇOSO".  MESMO COM PREJUÍZO, PESCADORES CONSIDERAM VISITA COMO "BOA SORTE".


Pescadores na costa da Indonésia foram surpreendidos durante uma saída ao mar quando um tubarão-baleia enorme aproveitou os peixes que haviam sido capturados em uma rede e fez uma refeição generosa sem muita dificuldade.

O animal, conhecido por seu tamanho impressionante, foi bastante guloso diante da oferta de comida, e não pareceu se esforçar para sugar os peixes capturados pelo barco, que não tinham a menor condição de oferecer resistência.

De acordo com o jornal “Daily Mail”, mesmo com as perdas durante a pesca, os pescadores gostam da presença de tubarões em volta do barco, já que isso traria boa sorte, de acordo com os costumes locais.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

CORAIS DO CARIBE PODEM DESAPARECER EM 20 ANOS.

CORAIS DO CARIBE ESTÃO À BEIRA DO COLAPSO
ESTUDO MAIS ABRANGENTE JÁ FEITO SOBRE RECIFES DE CORAIS CARIBENHOS ALERTA QUE ESSE RICO ECOSSISTEMA MARINHO PODE DESAPARECER EM 20 ANOS. AINDA DÁ PARA SALVÁ-LO.


Com apenas um sexto do seu tamanho original, a maioria dos recifes de corais do Caribe pode desaparecer nos próximos 20 anos, principalmente devido à perda de biodiversidade, alerta um novo relatório produzido por três grandes entidades, o Global Coral Reef Monitoring Network (GCRMN ), a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) e o Programa Ambiental das Nações Unidas (Pnuma).

As consequências podem ser catastróficas. O Caribe é casa de 9% dos recifes de coral do mundo, que são um dos ecossistemas mais diversos do planeta e vitais para a economia da região.

Eles geram mais de US$ 3 bilhões por ano com o turismo e a atividade de pesca e mais de uma centena de outros bens e serviços dos quais 43 milhões de pessoas dependem.

Os resultados mostram que os corais do Caribe reduziram em mais de 50% desde 1970.

As mudanças climáticas têm sido apontadas como a principal culpada pela degradação dos corais pelo mundo, mas no caso dos corais caribenhos, a maior ameaça vem da perda de dois herbívoros importantes para a região: peixes-papagaio e ouriços do mar.

Uma doença não identificada levou a uma mortalidade em massa do ouriço-do-mar em 1983 e a pesca extrema ao longo do século 20 deixou a população de peixes-papagaio à beira da extinção em algumas regiões.

A perda destas espécies rompe o delicado equilíbrio dos ecossistemas de corais, permitindo com que as algas, das quais elas se alimentam, se proliferem e passem a sufocar os recifes.

Mas, de acordo com os autores, restabelecer as populações de peixes-papagaio e melhorar outras estratégias de gestão, como a proteção contra a sobrepesca e poluição costeira excessiva, são medidas que poderiam recuperar os recifes e torná-los mais resistentes a impactos futuros das mudanças climáticas.

"A taxa em que os corais do Caribe têm diminuído é verdadeiramente alarmante", diz Carl Gustaf Lundin, diretor do Programa Polar Global Marine e da IUCN.

"Mas este estudo traz algumas notícias muito animadoras: o destino de corais do Caribe não está além do nosso controle e há alguns passos muito concretos que podemos tomar para ajudá-los a se recuperar", acrescenta.

O relatório "Situação e Tendências do Recifes de Coral no Caribe" é o estudo mais detalhado e abrangente do gênero já publicado.

Resultado do trabalho de 90 especialistas ao longo de três anos, ele contém a análise de mais de 35 mil pesquisas realizadas em 90 locais do Caribe desde 1970, incluindo estudos de corais, algas, ouriços do mar e peixes de criadouro.

SHIMANO LANÇA A NOVA LINHA DE VARAS CRUCIAL 2014.

SHIMANO LANÇA A NOVA LINHA DE VARAS CRUCIAL 2014
NOVA LINHA CRUCIAL DA SHIMANO É 28% MAIS LEVE E 13% MAIS FORTE COM TECNOLOGIA DE GRAFITE

terça-feira, 1 de julho de 2014

TUBARÃO-TIGRE DE MAIS DE TRÊS METROS E 200 KG É PESCADO EM PRAIA DE SERGIPE

TUBARÃO-TIGRE DE MAIS DE TRÊS METROS E 200 KG É PESCADO EM PRAIA DE SERGIPE
ANIMAL ADULTO PODE CHEGAR A SEIS METROS DE COMPRIMENTO. APARECIMENTO DA ESPÉCIE É COMUM NA COSTA DO NORDESTE.


Um tubarão-tigre foi capturado pela rede de pescadores em alto-mar na Praia do Abaís, em Estância (SE), na manhã desta terça-feira (1º). O animal tem mais de três metros de comprimento e pesa cerca de 200 quilos.

O comerciante Dênisson Souto não perdeu a oportunidade e fez uma foto com o animal. “Estava indo abrir a loja, mas passei na praia para ver quando soube do tubarão que realmente é muito grande”, relata. A carne do peixe foi distribuída entre os pescadores para consumo.

Um exemplar adulto dessa espécie encontrada pode medir até seis metros de comprimento. De acordo com o veterinário Andrei Brum, especialista em animais marinhos, o aparecimento desse tipo de tubarão na costa de Sergipe não é raro.
Segundo o biólogo Thiago Meneses, a pesca comercial desse tipo de animal é proibida, mas a carne dele pode ser vendida caso ele fique preso acidentalmente na rede. "A pesca não pode ser intencional, pois apesar de não ser uma espécie ameaçada de extinção ela está em situação vulnerável", explica.

ISCAS ARTIFICIAS SHIMANO JACKALL I-PROP 75S

CONHEÇAM A NOVAS ISCAS ARTIFICIAS SHIMANO JACKALL I-PROP 75S
A ISCA DE PROPULSÃO JACKALL I-PROP 75S FOI CRIADA PARA PESCAR VÁRIOS NÍVEIS DE ÁGUA



A técnica I-Motion está se expandindo com a introdução dos Jackall I-Prop 75S. O Jackall I-Prop 75S foi criado para pescar vários níveis de água, a partir de apenas abaixo da superfície para baixo alvo na faixa intermediária. 

A posição horizontal da atração lhe dá uma aparência realista, enquanto os adereços colocados perfeitamente manter o estável isca debaixo de água. Dois adereços dar vibrações na água imitando as mesmas vibrações isca de peixe fazer ao nadar sem ameaças. Adereços especialmente concebidos também dar a resistência perfeita quando recuperado para manter a isca na zona hit mais tempo. 

Continuar inovando, o projeto de Jackall do olho gancho traseiro praticamente elimina os emaranhados com os ganchos e suporte que lhe permite expulsar e peixe sem preocupações. 

O novo design de escala interna também dá de um flash atraindo baixo diferente de uma distância. Novas I-Suporte 75S do jackall é a isca finesse final que com certeza vai tirar você de graves quando as condições são difíceis!

segunda-feira, 30 de junho de 2014

ALBACORA DE 117 KG É PESCADA EM NORONHA.

PEIXE GIGANTE É FISGADO EM NORONHA
ALBACORA DE 117 KG É PESCADA EM NORONHA


O mar estava para pescador. Nesse sábado (28) Waldir Ramos da Silva Filho, conhecido como Teco, e Anderson Félix da Silva fisgaram a maior albocora capturada em Fernando de Noronha, o peixe pesou 117 quilos, o recorde anterior era 113 quilos. Eles contam que pescavam na região  do Pontal do Norte com rapala (tipo de isca) no chamado corrico (a linha fica solta enquanto o barco navega), quando notaram a fisgada. “Não foi fácil, foram cerca de duas horas trabalhando o peixe, a gente sabia que era grande, mas não imaginava que era deste tamanho”, explicou Teco.

Os pescadores conseguiram fisgar, mas tiveram muita dificuldade para embarcar o peixe por conta do peso. “Nós pedimos apoio a Daniel e Júnior, que também pescavam na região no barco Guiga. Eles nós ajudaram a embarcar, foi preciso até mergulhar no mar para colocar o peixe no nosso barco”, contou Anderson. E haja sashimi , os pescadores estavam na embarcação Sukha, da Pousada Zé Maria, e o resultado da pescaria foi direto para a mesa do Festiva Gastronômico da pousada.

SHIMANO MULTIFILAMENTO POWER PRO ZERO IMPACTO.

LINHA DE MULTIFILAMENTO SHIMANO POWER PRO ZERO IMPACTO
A ÚLTIMA LINHA DA POWER PRO VENCEDORA DO ICAST - CONVENÇÃO INTERNACIONAL DA ALLIED SPORTFISHING TRADES NOS ESTADOS UNIDOS EM 2013

domingo, 29 de junho de 2014

RARO PEIXE-CAVALO É FLAGRADO NOS EUA.

RARO PEIXE-CAVALO É FLAGRADO NOS EUA
ELE FOI ENCONTRADO EM NAGS HEAD, NO ESTADO DA CAROLINA DO NORTE.COM DENTES AFIADOS, PEIXE-CAVALO TEM HÁBITO DE COMER A PRÓPRIA ESPÉCIE.


A espécie vive em altas profundidades e raramente é vista perto da costa.

Segundo o site "LiveScience", o peixe-cavalo chama atenção por seus dentes afiados e nadadeira dorsal proeminente, além do hábito de comer sua própria espécie.

Ele pode alcançar até dois metros de comprimento e geralmente se alimenta à noite. Além da própria espécie, alimenta-se de crustáceos, lulas e espécies menores de peixes.

Após ser fotografado, segundo o Departamento de Meio Ambiente e de Recursos Naturais da Carolina do Norte (DENR), o peixe foi solto.

sábado, 28 de junho de 2014

PEIXE BIZARRO É IDENTIFICADO POR INSTITUTO.

PEIXE BIZARRO ENCONTRADO NOS EUA É IDENTIFICADO POR INSTITUTO.
ORGANIZAÇÃO DIZ QUE ANIMAL É DA ORDEM DOS 'ATELEOPODIFORMES'. ANIMAL GERALMENTE É VISTO EM PROFUNDIDADES SUPERIORES A 300 METROS.


O Instituto de Pesquisa da Comissão de Conservação de Pesca e Vida Selvagem da Flórida, nos EUA, conseguiu identificar o peixe bizarro encontrado na última sexta-feira (16) em um píer na cidade de Pensacola, no condado de Escambia. O animal deixou especialistas tão intrigados que foi levado a um laboratório para que sua espécie fosse identificada.


"Esse peixe raro é um Ijimaia antillarum, da ordem dos Ateleopodiformes", escreveu a organização em comunicado, citando um dos curadores do instituto.


"A espécie foi descoberta pela primeira vez em 1935, em Cuba, e a maioria dos registros são de águas profundas no Golfo do México e no Mar do Caribe. Esse peixe é especial porque foi encontrado em águas muito rasas, e a maioria dos registros mostra [que ele é visto] a mais de 300 metros de profundidade. Isso é muito raro", informou a instituição.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

PESCADOR FISGA PEIXE-JACARÉ DE 2,49 METROS DE COMPRIMENTO

AMERICANO FISGA PEIXE-JACARÉ DE 2,49 METROS DE COMPRIMENTO
EXEMPLAR FOI CAPTURADO EM LAGO NO ESTADO DO TEXAS. BRENT CRAWFORD LEVOU DUAS HORAS PARA TIRAR O PEIXE DA ÁGUA.



O pescador americano Brent Crawford fisgou um peixe-jacaré de 2,49 metros de comprimento e mais de 135 quilos em um lago perto de Mathis, no estado do Texas (EUA), segundo o jornal "Corpus Christi Caller-Times".

Crawford disse ter levado cerca de duas horas para vencer a batalha e tirar o peixe da água.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

PEIXE GIGANTE EMPALHADO GERA ESPECULAÇÕES NA WEB

FOTO DE PEIXE GIGANTE EMPALHADO GERA ESPECULAÇÕES NA WEB
IMAGEM FOI POSTADA NO SITE REDDIT. PARA USUÁRIOS, PEIXE SERIA UM ESTURJÃO.


A foto de um peixe gigante empalhado que foi publicada por um usuário chinês no site Reddit gerou discussão entre os usuários sobre a espécie do peixe.

Entre as centenas de comentários, alguns disseram que seria um esturjão, espécie que pode alcançar mais de quatro metros de comprimento.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

ENCONTRADO "PEIXE MONSTRO" DE 5,4 M NOS EUA.

PESQUISADORA ENCONTRA "PEIXE MONSTRO" DE 5,4 M NOS EUA
INSTRUTORA ACHOU CARCAÇA DE PEIXE REMO ENQUANTO PRATICAVA MERGULHO.CRIATURA É CONHECIDA POR HABITAR ÁGUAS MUITO PROFUNDAS.


Uma instrutora de ciência marinha levou um susto ao avistar no mar em Los Angeles, na Califórnia (EUA), um peixe remo (também conhecido como regaleco) com mais de 5,4 m de comprimento.

Jasmine Santana, do Instituto Marinho da Ilha de Catalina (em tradução livre) precisou da ajuda de mais 15 pessoas para conseguir arrastar o peixe para a costa, e a criatura está sendo taxada como “a descoberta de toda uma vida” pelos funcionários do instituto.

O peixe, que normalmente vive a mais de 900 m de profundidade, e faz parte de um grupo de bichos que raramente são estudados, morreu de causas naturais. Amostras de tecido, fotos e vídeos do regaleco foram enviados para biólogos da Universidade da Califórnia. O animal será enterrado na areia até se decompor, para que seu esqueleto seja remontado.

A instrutora contou que estava mergulhando quando encontrou o peixe a cerca de 9 m de profundidade. “Eu tenho que arrastar isso ou ninguém vai acreditar em mim”, afirmou Santana, pouco antes de receber a ajuda dos colegas para levar a carcaça à superfície.

terça-feira, 24 de junho de 2014

COMO ESCOLHER SUA CARTA NÁUTICA.

NAVEGAÇÃO INTERIOR: COMO ESCOLHER SUA CARTA NÁUTICA


Todo bom navegador precisa de uma carta náutica. Até porque, é praticamente impossível navegar e chegar a algum lugar sem se orientar por elas. E quem navega rios, represas, lagos e outras águas abrigadas no interior precisa de uma Carta Náutica específica. 

Antes de tudo, qualquer condutor de barcos de esporte ou lazer deve estar habilitado com Arrais. 

Para quem já é habilitado e pode, de fato, navegar, é importante procurar apenas pelas Cartas Náuticas oficiais. Com elas você conseguirá fazer uma avaliação precisa de distâncias e direções e a localização geográfica dos pontos, locais perigosos e outros detalhes que poderão ser úteis para sua viagem.

O capitão de Fragata Daniel Américo Rosa Menezes, do Comando do 8º Distrito Naval da Marinha, explica que a “Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) é responsável pela elaboração das cartas de navegação oficiais brasileiras”. O órgão produz diversas cartas para navegação interior e nele é possível encontrar grande parte das vias navegáveis do Brasil. No documento você encontrará uma parte terrestre, onde consta os dados sobre as dimensões e mapeamentos da terra e outra parte aquática, com os levantamentos hidrográficos. Esse tipo de carta náutica é a mais completa e te ajudará com o que você precisa. 

“É muito importante que o condutor consulte as cartas de navegação da área onde vai navegar e as publicações de segurança da navegação,” alerta o capitão. Essas cartas e publicações estão no Catálogo de Cartas e Publicações produzidas pela DHN, disponíveis no site www.mar.mil.br/dhn/chm.

As cartas náuticas podem ser encontradas em duas versões: tradicionais, em papel, e digitais, que podem ser raster ou vetoriais. Na segunda opção você pode fazer o download da carta no seu smartphone, laptop ou GPS. Alguns modelos de GPS são vendidos com a carta náutica em seu sistema. 

A representante de vendas da Velamar Náutica Regiane Antero comenta que, para escolher uma boa carta náutica, o dono e/ou comandante do barco deve saber sua real necessidade. “Se a pessoa já está acostumada com GPS o ideal é não trocá-lo por uma marca diferente. Quando precisar comprar um novo, opte pela mesma marca”, recomenda. 

Se o navegante é marinheiro de primeira viagem e nunca precisou comprar equipamentos náuticos, é importante procurar uma revenda autorizada. Eles poderão te auxiliar da melhor forma possível. 

“Aqui na Velamar Náutica temos o GPS da Raymarine, geralmente é esse que recomendamos, por ser o mais completo e conseguir atender às necessidades do marinheiro. Ele custa R$ 2.999,00 e já vem com uma Carta Náutica 2D integrada”, explica Antero.  

Quem prefere as Cartas Náuticas tradicionais poderá encontrá-las no Posto de Vendas da EMGEPRON, na Base de Hidrografia da Marinha, em Niterói, no Rio de Janeiro, com preços a partir de R$ 55,00. As indicações são do Capitão Daniel Américo. 

Fonte: Fabiana Lima - Bombarco

segunda-feira, 23 de junho de 2014

RÁDIOS E ANTENAS VHF PARA BARCOS

RÁDIOS E ANTENAS VHF PARA BARCOS


O rádio VHF e sua antena são essenciais para segurança a bordo, sendo recomendados ou obrigatórios pela Marinha do Brasil para embarcação de médio e grande porte que navegam em águas abrigadas, na costa ou no oceano.

Com o rádio e uma antena apropriada, os navegantes de lanchas e veleiros podem manter contato com outras embarcações, além de marinas, iates clubes. Em caso de emergência, deve-se usar o canal 16, frequência 156.800 MHz.

Antena
Um rádio de boa qualidade é importante, mas a antena é o principal item do conjunto e ao qual você deve dar especial atenção. As antenas marítimas podem ter 3, 6 ou 9 dB (decibels), e quanto maior melhor, explicam Eliton Selinger, da loja especializada em acessórios e equipamentos náuticos Barco Novo, e Carlos Bruni, que trabalha com fabricação de antenas para barcos.

Bruni explica que com um bom conjunto de rádio e antena de 9dB, pode-se conseguir contato com outro rádio a quase 100 km de distância (54 milhas náuticas). O que é especialmente bom para quem pratica, por exemplo, pesca oceânica e outras atividades em mar aberto. Mas o especialista indica a escolha da antena mais potente também para quem navega perto da costa, por segurança.

Mas de nada adianta escolher a melhor antena VHF marítima se não instalá-la no lugar certo. Carlos Bruni explica que quanto mais alta a antena ficar, melhor. Pois, com um metro de altura a mais, o rádio consegue um alcance quase 8 km a mais. 

De acordo com a NORMAN-03 da Marinha do Brasil, veleiros que tenham a antena VHF instalado no topo do mastro devem possuir uma antena de emergência para ser usada em caso de quebra do mastro.

E por falar em emergência, existe, ainda, o rádio VHF móvel. O equipamento é muito útil em caso de abandono de embarcação, especialmente por ser a prova d’água. Mas não deve substituir o modelo fico, pois tem um alcance menor.

Dica de segurança
Sempre cheque o rádio antes de sair com o barco, para ter certeza de que ele está funcionando.

Fonte: Marília Passos - Bombarco

domingo, 22 de junho de 2014

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA DE MOTORES.

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA DE MOTORES DE BARCO.


O motor do seu barco, independente da potência ou sendo ele um motor de popa, centro ou centro-rabeta, precisa de cuidados para continuar funcionando bem, garantindo a segurança de todos a bordo da sua lancha e a economia de combustível. E o principal cuidado com o motor do barco é manutenção preventiva, recomendada pelo fabricante de acordo com o tempo de uso do motor.

Marco Antonio Pires da Claumar, empresa especializada em manutenção de motores de popa e centro-rabeta das marcas Yamaha, Bombardier (Evinrude), Mercury MerCruiser e Cummins, explica que na manutenção preventiva o motor é escaneado para verificar algum código apresenta defeito.

“Temos um software que faz a leitura do funcionamento do motor e quando tem algum defeito fica registrado no relatório emitido pelo programa,” conta Marco Antonio.

Além da análise eletrônica do motor do barco, durante a manutenção preventiva, são substituídas várias peças que se desgastam com o tempo de uso, de acordo com uma tabela do fabricante.

Marco Antonio lembra, ainda, que o atendimento do cliente e a manutenção podem ser feitas dentro da garantia do motor, mas o cliente precisa apresentar as notas fiscais das revisões anteriores. “Caso não tenha feito alguma revisão recomendada pela fábrica, pode perder o direito à garantia do produto,” alerta.

Contudo, a perda da garantia não é o único ônus do proprietário da lancha se não fizer as manutenções indicadas pelo fabricante do motor. Marco Antonio afirma que a manutenção corretiva serve para corrigir defeitos já existentes, que na maioria das vezes são causados pela falta de manutenção preventiva.

Os problemas mais comuns encontrados na manutenção corretiva são na parte de alimentação (combustível). “Ainda temos o hábito de fazer uso das embarcações apenas nas temporadas de férias (julho) e verão (janeiro a março), ou seja, os motores ficam parados com combustíveis velhos (contaminados) no tanque e, quando são colocados para funcionar, o sistema de injeção eletrônica de combustível (bicos injetores e bombas elétricas de combustível) travam,” explica Marco Antonio.

Para que o sistema volte a funcionar é preciso verificar as condições dos bicos e das bombas. Caso eles possam ser destravados e limpos, a equipe da Claumar limpa também todos os elementos filtrantes e fazem o teste na água. Mas, em casos extremos, é necessário substituir os componentes danificados por peças novas.

Fonte: Marília Passos - Bombarco

terça-feira, 22 de abril de 2014

RAPALA SCATTER RAP® CRANK

RAPALA SCATTER RAP® CRANK
O SCATTER RAP ® CRANK VAI SE TORNAR RAPIDAMENTE O SEU GO-TO ATRAIR, ASSISTIR A ISSO E VER O PORQUÊ!


O Rapala Scatter Rap ® Crank ... com um corpo Rapala vintage do passado, mas com um novo revolucionário Scatter Lip chamado design. 

Este design único lábio produz uma ação irregular, evasivo que imita um baitfish feridos. A atração foge para o lado em explosões repentinas, mas retorna ao centro criando uma ação nunca antes visto. 

O Scatter Rap ® Crank vai se tornar rapidamente o seu go-to atrair, assistir a isso e ver o porquê!

segunda-feira, 21 de abril de 2014

HOMEM PESCA TARTARUGA-ALIGÁTOR !

HOMEM PESCA TARTARUGA-ALIGÁTOR NOS ESTADOS UNIDOS
QUANDO FISGOU O ANIMAL, PENSOU QUE SE TRATAVA DE UM PEIXE ENORME. MAS QUANDO TIROU O BICHO DA ÁGUA, SE SURPREENDEU AO VER QUE TINHA PESCADO UMA TARTARUGA.


Dave Harrell pensou que havia fisgado um peixe grande

Imagine você em uma pescaria bem tranquila e de repente uma tartaruga gigante começa a puxar a linha. Foi o que aconteceu com o norte-americano Dave Harrell na última segunda-feira (12/5). O homem pescou uma tartaruga-aligátor de 45 quilos no lago Eufala, no estado de Oklahoma, Estados Unidos.

Quando fisgou o animal, Dave Harrell pensou que se tratava de um peixe enorme. Mas quando tirou o bicho da água, se surpreendeu ao ver que tinha pescado uma tartaruga.

Depois de tirar uma fotográfica, ele devolveu o animal para a água.

domingo, 20 de abril de 2014

MOQUECA DE TILÁPIA NA TELHA

DONA DE CASA ENSINA COMO PREPARAR "MOQUECA DE TILÁPIA NA TELHA"
RECEITA É SIMPLES E LEVA APROXIMADAMENTE 30 MINUTOS PARA FICAR PRONTA. COM CARNE SABOROSA, O PEIXE COMBINA COM DIVERSOS TIPOS DE RECEITA.



De olho no crescimento do consumo de peixes no Brasil, piscicultores de Jataí, no sudoeste goiano, estão investindo na criação de tilápias. De acordo com o Ministério da Pesca e Aquicultura, o crescimento no demanda de pescado foi de 24% nos últimos dois anos. Com uma carne saborosa, a tilápia também pode ser usada em diversas receitas. Um dos pratos é a moqueca na telha.
Veja a receita:

Ingredientes:
- 1 kg de filé de tilápia
- 3 pimentões - um verde, outro vermelho e um amarelo
- 3 cebolas
- 4 tomates
- 5 batatas
- 3 limões
- 1 copo de água de coco
- 4 colheres de sopa de azeite
- 1 colher de sopa de páprica em pó
- 4 dentes de alho
- Sal, pimenta do reino e cheiro verde a gosto

Modo de preparo:
Tempere o peixe com sal e pimenta do reino e deixe descansar por 15 minutos. Enquanto o filé absorve o tempero, aqueça em fogo baixo a telha onde a receita será preparada. Pique os pimentões e a cebola em rodelas. Por fim, esprema o limão sobre os filés. “O limão tem que ser colocado próximo da hora de ir pra panela, senão ele cozinha o peixe”, explicou a dona de casa Lucimar Barbosa.

Na telha já aquecida, doure o alho no azeite e forre fundo do recipiente com as batatas. Elas vão proteger os filés da alta temperatura do fogo, evitando que eles queimem. Em seguida, acrescente a cebola e os pimentões. Por último, acrescente os filés e coloque em toda a receita em fogo alto.

Repita as camadas de cebola e pimentões em cima do peixe e, por fim coloque uma camada de tomates cortados em rodela. Acrescente a água de coco sobre a receita. Em uma panela a parte, aqueça a páprica e jogue por cima de tudo.

Depois de todo esse processo, tampe o recipiente com uma folha de papel alumínio e deixe cozinhar por 15 minutos. Depois de pronto, decore com cheiro verde.

sábado, 19 de abril de 2014

PROGRAMA PESCA ALTERNATIVA EM BERTIOGA.

PROGRAMA PESCA ALTERNATIVA -  LUSCA EM BERTIOGA.
O PROGRAMA É DEDICADO PARA OS AMANTES DA PESCARIA DE ÁGUA SALGADA! A EQUIPE DO PESCA ALTERNATIVA PARTIU PARA BERTIOGA, PARA UMA SUPER PESCARIA COM JUMPING JIG.



A variedade de peixes de costeira é grande, mas quem chamou a atenção de verdade foi um lindo Robalo que nosso apresentador fisgou.

Lusca foi acompanhado do pescador Mori, antigo conhecedor da região, e a dupla deu uma verdadeira aula!

Além de uma linda paisagem, Bertioga proporcionou um pescaria show de bola! Acompanhe!

sexta-feira, 18 de abril de 2014

COLETE SALVA-VIDAS INFLÁVEL DCKVEST 5D PRO

DECKVEST SENSOR 5D PRO
O COLETE SALVA-VIDAS INFLÁVEL COMPLETO PARA TODOS OS MARINHEIROS


O Deckvest 5D Pro Sensor usa o inflator Sensor Pro UML.

Este é um sistema de ativação sensível da água, que usa uma cápsula papel compressa que dissolve quando molhado, que então libera uma mola para pucture o cilindro de CO2.

A tampa é projetado de modo que apenas a água que flui para cima através da unidade fará com que ele seja ativado. Água, spray e chuva escorrendo a jaqueta não vai causar ativação.

O Sensor Pro tem dois indicadores que mostram o status da cabeça do cilindro de CO2 e de tiro.

INFORMAÇÕES SOBRE O PRODUTO
  • Alta especificação auto inflar arnês colete salva-vidas
  • Design muito leve, confortável para uso durante longos períodos
  • Compacto e discreto
  • Inclui: Pylon Luz - de alta intensidade, a água ativada piscando LED Light. 23 centímetros de antena flexível varinha dá maior visibilidade acima da cabeça e água
  • Cinto de segurança Deck com ponto de fixação linha de segurança soft loop
  • Cintas cintas virilha Double / coxa com clipes recesso
  • Sprayhood - para reduzir o risco de afogamento secundário
  • Acesso rápido linha de segurança de emergência cortador
  • Malha bolso para VHF / PLB Locator
  • "Ombro Fit System" Unique flexiona e localiza garantindo ajuste correto nos ombros cada vez
  • Nova adaptação de volta - e não escondido senão para fácil, simples ajuste
  • Facilmente converte para "manual de apenas" disparar cabeça com um Kit de conversão manual

quinta-feira, 17 de abril de 2014

OCEAN KAIAK TORQUE

ASSISTAM PORQUE OS PESCADORES GOSTAM DO OCEAN KAIAK TORQUE!
GLEN PLA DE AVERAGE ANGLER ADVENTURES NOS LEVA  NO OCEANO KAYAK TORQUE PARA NOS MOSTRAR POR QUE É O SEU CAIAQUE FAVORITO PARA PESCAR.


"Eles realmente trabalham para a pesca." 

O torque é diferente de qualquer caiaque que você já viu no mercado. Com base em nosso popular Trident 13 modelo, o torque possui um motor eléctrico Minn Kota. 

Controle de velocidade infinitamente variável permite que você acertar o ritmo perfeito para trolling. E se isso não bastasse, este motor silencioso também tem capacidade reversa para permitem manobrar facilmente dentro e fora de lugares apertados. 

Não no clima para o motor em torno de? Não se preocupe. O motor pode ser facilmente removido para o transporte ou trocados com uma ficha de quilha. A Torque leva a pesca de caiaque para o próximo nível.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

MEDIDOR DE VENTO PARA SMARTPHONES

MEDIDOR DE VENTO PARA SMARTPHONES
O MEDIDOR DE VENTO  VAAVUD TRANSFORMA SEU SMARTPHONE EM UMA FERRAMENTA METEOROLÓGICA DE ALTA TECNOLOGIA. FUNCIONA COM O IPHONE 4, 4S, 5, 5C, 5S, SAMSUNG GALAXY S3, S4, HTC ONE E NEXUS 5


COMPATIBILIDADE
O medidor de vento Vaavud trabalha com todos os iPhones de 4 e seguintes, e todos os iPads de 2 e seguintes, rodando em iOS 6 ou 7.

Com relação aos telefones Android que temos atualmente confirmado para trabalhar com a Samsung Galaxy S3 e S4, HTC Google Nexus um e 5, bem como uma série de outros dispositivos

PROJETO
O design é inspirado Vaavud profissionais copo anemômetros, mas com duas xícaras em vez de três, a fim de torná-lo verdadeiramente amigável bolso. A única peça, rotor moldado e o rolamento Teflon baixo atrito faz com que o medidor de vento Vaavud extremamente durável. 

Se entrar areia ou sujeira fica no interior do medidor de vento Vaavud ele pode ser facilmente limpo com água. E o medidor de vento Vaavud pode tomar uma surra - ele é construído para a ação!


O APLICATIVO VAAVUD
O aplicativo Vaavud dá-lhe uma visão clara de velocidade média, real e máxima do vento, bem como um gráfico em tempo real - na verdade, o primeiro gráfico em tempo real do mundo em um anemômetro de mão! E você pode rolar e pinch-zoom no gráfico, se você quiser tomador uma olhada em alguma coisa.

A unidade de medida pode ser alterado em tempo real com um simples toque na tela. (unidades disponíveis: m / s, Kmh, mph, Kts e Bft.)

Um mapa ao vivo dá-lhe acesso a medições realizadas por outros usuários Vaavud globalmente. Toque em uma medida para ver detalhes e um mapa em miniatura do local. Toque na miniatura mapa para aumentar o zoom e ver exatamente onde a medição foi feita ou toque em uma medição próxima na lista para ver que é detalhes.

Os novos recursos serão constantemente adicionadas ao aplicativo. História de medição estará disponível em breve, e muito mais se seguirão.

Finalmente, você pode usar o medidor de vento Vaavud juntamente com o aplicativo Weendy para tocar em mais rápido crescimento da rede meteorológica baseada na comunidade do mundo.

PRECISÃO
O medidor de vento Vaavud tem uma amplitude de vento de 2 a 20 * m / s. A precisão é a menos de + / - 4% ou 0,2 m / s. O medidor de vento foi testado e calibrado em um túnel de vento profissional na Universidade Técnica da Dinamarca.

Por causa do projeto do copo-anemômetro, a precisão do medidor de vento Vaavud não é afetado por mudanças na direção do vento (ao contrário de um anemômetro de hélice com base, que deve apontar precisamente contra o vento para medir corretamente). E o app Vaavud bate em outros sensores em seu telefone, para garantir que o dispositivo é realizada corretamente, de modo que o risco de medições incorretas podem ser minimizados.

* Até 24 m / s para iPhone 5S e até 48 m / s em alguns telefones Android